Segurança no trânsito

Escrito por Assessoria Parlamentar

Segurança no Trânsito.

O Código de Trânsito Brasileiro foi elaborado com base no tripé: legislação severa, fiscalização eficiente e educação no trânsito.

Acreditava-se, com base em experiências internacionais bem sucedidas, que associados, esses três aspectos garantiriam a segurança no trânsito e a queda das ocorrências de acidentes.

Após o impacto inicial da aplicação do Código, as ocorrências de sinistros no trânsito voltaram a subir.

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Parte dessa elevação deveu-se ao incremento constante da frota em circulação, com destaque para a presença cada vez maior da motocicleta, sobretudo nos grandes centros urbanos.

Tanto a fiscalização quanto a educação no trânsito exigem ações continuadas, que expressem consistência, a partir de planejamento e a garantia de recursos.

A sociedade brasileira merece e precisa de campanhas educativas permanentes, que divulguem as exigências da Lei. Para promover uma mudança de postura do condutor, incorporando a consciência social do ato de dirigir, a educação no trânsito deve se apoiar em ações de curto, médio e longo prazos.

Uma das informações mais elementares é o da importância do uso do cinto de segurança por todos os ocupantes do veículo.

Grande parte das pessoas, acomodadas no banco traseiro dos veículos, desconhecem a obrigação imposta pelo Código de Transito, e não usam o cinto de segurança.

Sentem-se protegidas por ficarem atrás, sem noção do perigo de traumas encefálicos ou medulares definitivos a que ficam submetidas na ocorrência de sinistro.

É fato corriqueiro vermos crianças pequenas sendo transportadas na parte traseira dos automóveis, no colo de um adulto ou soltas, sendo expostas a danos significativos e, às vezes, irreversíveis. Isso demonstra a deficiência da fiscalização e da educação no trânsito.

Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP

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