Doação de Sangue

Escrito por Assessoria Parlamentar

DOAÇÃO DE SANGUE

Meus amigos, a doação de sangue é um manifesto de solidariedade humana, de grandeza espiritual, de amor ao próximo, em nome da saúde, da vida e da felicidade a que todos têm direito.

Gesto que se faz ainda maior e mais honroso pela gratuidade que o caracteriza, pelo anonimato que o dignifica: doa-se não se sabe a quem, recebe-se não se sabe de quem, como testemunho da generosidade e da benevolência que deve prevalecer entre irmãos.

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“Dar uma parte de nós mesmos a quem dela precisa para não morrer é prova de que a humanidade se destina ao bem, ao amor e à paz.”

Difícil acreditar que, de uma população de mais de 200 milhões de habitantes, no Brasil a parcela de doadores não chega a 2%.

São homens e mulheres conscientes de que devem procurar os bancos de sangue não apenas em casos de tragédias, ou para socorrer um parente em risco de morrer, mas pela certeza de que, no silêncio das madrugadas ou no sossego dos fins de semana, um desconhecido precisará com urgência da transfusão salvadora.

E tão pouco se exige de quem queira praticar esse bem! Basta que tenha de 18 a 65 anos, pese mais de 50 quilos e compareça a um hemocentro com identificação em que haja foto, e que seja válida em todo o território nacional.

O doador não pode estar em jejum, deve ter dormido pelo menos seis horas e não ter ingerido álcool nas 12 horas anteriores ao recolhimento do sangue.

Não podem doar sangue aqueles que tiveram diagnóstico de hepatite; mulheres grávidas ou no período de amamentação; pessoas expostas a doenças transmissíveis pelo sangue, como aids, sífilis e Mal de Chagas; dependentes de drogas e homens e mulheres que mantiveram relação sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem o uso de preservativos.

São cuidados que não se dispensam, em favor da segurança exigida nos procedimentos médicos.

Podem as autoridades públicas contar com o apoio das igrejas, das escolas, dos sindicatos, das organizações não governamentais e de quantos se dispõem a dar de si em favor dos semelhantes.

Dar uma parte de nós mesmos a quem dela precisa para não morrer é prova de que a humanidade se destina ao bem, ao amor e à paz.

Que assim seja, em nome de um Brasil melhor e de um abençoado futuro para o seu povo!

Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP

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